28 de jun de 2011

Confiar sem temer, é o que eu vou fazer.

Como seres humanos, como seres viventes, como pessoas com carne, osso, alma e espírito nós aprendemos muitas coisas. E claro se aprendemos muitas coisas é porque vivemos muitas experiências.

Ah... experiências, os fatos que acontecem no trajeto da nossa tão linda história que chamamos de vida. Estas são sim fatores determinantes para os nosso aprendizados, muitas vezes nossas experiências nos arrementem a sentimentos e emoções que nos marcam de uma maneira infelizmente negativa, nos deixando assim muitas vezes presos a fatos do passado. O chato de nossas marcas de experiências negativas é que muitas vezes ela pode nos fazer perder grandes oportunidades, chances de dar a volta por cima, de se superar por conta do medo de que novamente estas marcas possam vir a se repetir.

Também, existem as experiências positivas, aquelas que quando lembramos elas nos fazem brotar um sorriso lindo dos lábio, de modo que uma alegria imensa invada os nossos corações, quando focamos nestas experiências nós nos automotivamos e dentro de nós surge uma energia propulsora de força incrivel.

Bom talvez para você eu não tenha importância ou significado nenhum, mas peço que confie em mim, que juntos possamos dar as mãos, esquecer nossas experiências amargosas do passado, olhar pra o alto, respirar fundo, seguir em frente e dar a volta por cima. Para que juntos, nós, todos nós, sejamos eternamente felizes.

Felipe Rocha

7 de jun de 2011

Dúvidas, por que elas existem?

Dúvida (derivado do latim dubitare) é uma condição psicológica ou sentimento caracterizado pela ausência de convicção opondo-se à crença/fé e ao saber. Ela é a incerteza ou desconfiança em relação a uma idéia, um fato, uma ação, de uma asserção ou de uma decisão. Para que se estabeleça a dúvida em geral é necessária uma noção de realidade do fato em que existe a suspeita, e isto pode adiar a decisão de ações relevantes ao fato pois podem estar incorretas ou incompletas.

Dúvida tende a ser totalmente racional e nos causa a hesitação de agir, sendo necessário aplicar métodos mais rigorosos para procurar eliminar a hesitação. (Definição da Wikipédia - Enciclopédia Livre)

O que normalmente nos gera a dúvida é o medo ou a probabilidade de algo não dá certo ou estar errado. Claro quando se há um estudo do determinante da dúvida, e este estudo se torna aprofundado poderemos, sim, ter a certeza e claro quando temos a certeza, sabemos se algo é correto ou propicío para ação ou tomada de decisão.

Porém existem casos em que não há como se fazer um estudo ou um tipo de busca profunda para encontrar a certeza.

O medo este sim, é muitas vezes o forte alimento das dúvidas, O medo de dar errado, o medo de quebra a cara, o medo de perder tudo, o medo do que pode acontecer, o medo de investir... Sempre o medo do que virá pela frente.

A dúvida é como uma âncora, que nos prende, evitando assim muitas vezes a nossa progressão. Ela sempre é gerada como um mecanismo de defesa, mas muitas vezes este mecanismo serve apenas para nos atrapalhar.

Sempre existirá em nossas vidas momentos em que deveremos sim nos arriscar, onde a dúvida estará a nossa frente e provavelmente ela nos impedirá de agir. É aí onde mora o perigo, pois muitas vezes estas dúvidas nos fazem perder grandes oportunidades, oportunidades estas que poderiam ou podem literalmente mudar a nossa vida. Como exemplo quero citar o caso de um grande amigo meu.

"Era ele um tenente do exército brasileiro, ganhava um bom salário, mas chegou um tempo onde ele saturou com sua função no exército. O que ele fez? Pediu as contas e foi tentar montar seu próprio negócio, montou uma empresa de informática, onde daria se cursos e prestações de serviços na área, pensou ele, agora estou feito. No começou muito trabalho e grandes investimentos, poucos meses depois, quebrou, literalmente foi a falência. Imaginem o que deve ter passado na cabeça deste rapaz, jovem ganhava bem algo na casa de 6 a 7 salários mínimos, pede pra sair do exército, monta seu próprio negócio e literalmente vai a falência. Poucos meses depois apareceu uma nova oportunidade, para este falido jovem, novamente deveria investir alto e sim, havia seus riscos de não dar certo, novamente dependia somente dele. Como conseguir o dinheiro para investir, se agora era ele falido? Ele não se permitiu as dúvidas, fez o necessário, conseguiu o dinheiro novamente e investiu. Hoje, este jovem, é o diretor de uma das unidades da maior cooperativa da américa latina, reconhecido como embaixador da ONU e comendador da república pelos seus serviços prestados."

Agora imagine se ele se desse as dúvidas, o que ele perderia?  O que ele seria hoje? Se pergunte a você agora, vale a pena dar razão as dúvidas? É isso mesmo? Mesmo que haja um risco, ou que suas experiências passadas não tenham sido boas, permitasse, largue mão das dúvidas e siga em frente, você pode não ter a certeza, mas a sua frente poderá ter um caminho totalmente diferente e muito melhor do que aquele que antes você imaginou para você.

Caso você tenha sugestões de matérias pode enviar um email para: felipeadarocha@gmail.com -


Felipe Rocha

25 de mai de 2011

A Preocupação

Preocupação... comos podemos definir a preocupação? Como classificá-la? Afinal a preocupação é boa ou ruim? Descubra agora mesmo neste post.

Segundo a Wikipédia:
"A preocupação é, num certo sentido, um anseio do que pode dar errado e como lidar com isso. Há na preocupação, pelo menos para o cérebro límbico primitivo, alguma coisa de mágico. Como um amuleto que afasta um mal previsto, a preocupação ganha psicologicamente o crédito de prevenir o perigo com o que se está obcecado." 

É fácil nos preocuparmos, quando algo nosso pode não dar certo, ser abalado ou principalmente quando é alguém que gostamos de verdade e esse alguém pode correr algum risco. Os pais, por exemplo, passam boa parte de suas vidas, se não toda, preocupado com será o futuro dos seus filhos, com quem andam, se estão bem e coisas parecidas.

Vamos a outro exemplo; imagine alguém que você gosta, alguém que você ame, que se importe realmente, que provavelmente arriscaria a sua vida por ela. Então imagine que esta pessoa está correndo um grande risco, ou que algo de ruim pode acontecer com ela, que ela poderá não ficar bem, ou que alguém irá afetar ela de alguma maneira. O sentimento da preocuação nos começa a tomar de uma forma que pode até nos deixar com uma certa energia negativa. Porém existem as dosagens de preocupação. Vamos a elas:

  • Preocupação Excessiva: Normalmente vem das pessoas mais negativas que pensam sempre que algo vai dar errado, que olha apenas os lados ruins das coisas.
  • Preocupação Progressiva: Começa normalmente com uma pequena noticía, aí vai se dando mais atenção aquela noticía e de repente você está envolvido de preocupação com o fato ou alguém.
  • Preocupação Amorosa: Ah... essa aí é bem variável, ela pode ser desde uma preocupação de uma mãe, como a de um marido extremamente ciúmento. É complicado, pois se amamos alguém e essa pessoa corre risco, queremos fazer tudo para proteger ela, para cuidar dela e sim, como falado no começo, até concerteza arriscar a nossa vida por essa pessoa, para que ela fique bem.
A preocupação pode ser simplesmente mais um sentimento de defesa que temos para nós e o próximo, e que quando bem dosada ela se torna uma excelente aliada, Porém se você se preocupa com tudo o que acontece e te rodeia, tenha cuidado, isso pode estar te fazendo mal, e no futuro causar uma doença psicossomática em você.

É claro que como um sentimento, a preocupação, é algo que podemos controlar, se usarmos as ferramentas certas, aprenda como fazer isso em: http://www.supereseuslimites.com.br 

17 de mai de 2011

Não deixe para depois o que você pode fazer agora

É fácil cair na tentação de deixar para amanhã um trabalho ou obrigação que deveria ser feito hoje. Quase todo mundo empurra de vez em quando uma tarefa com a barriga, seja por preguiça, medo, falta de organização ou excesso de compromissos.

Mas adiar sempre as coisas pode trazer problemas para a sua vida pessoal e profissional, causando angústia, baixa auto-estima e até prejuízos financeiros.

Há um Livro chamado "Não deixe para depois o que você pode fazer agora" de Ria Emmett. Emmett mostra que a protelação é um hábito que pode e deve ser modificado. Já! Com base em histórias reais, a autora ensina técnicas e truques para:
  • indentificar como e por que você adia as coisas.
  • desenvolver estratégias para manter a motivação e não desistir antes de finalizar uma tarefa chata.
  • organizar seu tempo e seus esforços para atingir suas metas e conquistar seu objetivos.
"Não deixe para depois o que você pode fazer agora" é mais do que um conselho. É o primeiro passo para você vencer suas dificuldades pessoais e mudar radicalmente sua vida.