28 de abr de 2013

A bela arte de errar

A bela arte de errar.
O único homem que não erra jamais, é aquele que não faz coisa alguma.
"Não tenha medo de errar, pois, você aprenderá a não cometer o mesmo erro duas vezes". (Rosevelt)

Todos nós estamos passiveis de erros, professores e alunos, dispostos e preguiçosos, jogadores e técnicos, chefes e subordinados e até presidentes.
O que? Errar? Sim, fazer coisas erradas geralmente com a melhor das intenções e isso acontece com notável regularidade. Sendo mais objetivo, todos nós desejamos o sucesso, porém a maioria das pessoas vivem evitando o fracasso do que buscar o sucesso. Realmente somos profissionais da incompetência, o que me leva a uma pergunta fundamental que ultimamente está ardendo dentro de mim durante muitos meses.

Por que, nos supreendemos quando vemos a incompetência em outros e nos desvastamos quando vemos a incompetência em nós mesmos? Concerteza a pessoa que inventou o perfeccionismo, deve ser um cara que rói unhas, cheio de "ticks", cujo sua esposa tem horror ao ver entrar em casa. Aliás ele perde o direito de ser culpado, pelo fato de jamais admitir que errou.

Pode acontecer com você, pare e pense, no meio como as pessoas usam de justificar suas falhas. Os médicos podem sepultar seus erros, os de um advogado se calam na prisão, os de um dentista são extraídos, os de um marceneiro vira pó, os de um publicitário é deletado. Ao ler uma revista meses atrás vi algo muito interessante, que dizia o seguinte: "Caso você encontre qualquer erro nesta revista, fique tranquilo, ele foi colocado propositalmente, tentamos desenvolver algo para todos, algumas pessoas estão procurando erros e não desejamos desapontá-las." E o que acontecia? Todos liam a revista inteirinha, apenas procurando erros nela, o que não havia.

Existem pessoas que marcaram a história, erraram inúmeras vezes e amargaram grandes fracassos. O que nos serve de exemplo para provar que somos seres falhos e imperfeitos.
Por Ex.: Tomas A. Edison, detém o recorde de quase 10.000 fracassos antes de chegar a lâmpada elétrica.
Albert Eisten por exemplo era um estudante medíocre, antes de comprovar a teoria da relatividade. Todos nós já tivemos oportunidade de presenciar fracassos que se transformaram em grandes sucessos. O diferencial é que as pessoas neles envolvidas compreenderam, toleraram, e até mesmo cultivaram o insucesso, conforme o momento se sentiram insatisfeitas, amarguradas, tristes e até decepcionadas, mas não se deixaram abater.

O segredo é não encarar o fracasso como uma derrota, mas como um prelúdio para o sucesso, um estágio ou um degrau para ser compreendido e superado. Então que tal um pouco de apoio? Aliás, bastante apoio.

Deixar de cometer erros está fora do alcance do homem, porém de seus erros e enganos o sábio adquire experência para o seu futuro.

Felipe Rocha e Daniel C. Luz

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